sexta-feira, 22 de maio de 2009
O amor luminoso do sertão :)
Minha Feia, que na verdade é linda, deu-me a ideia de publicar aqui também esta poesia. O amor é mesmo do coração e não das palavras eruditas.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O Sonho
Só o verdadeiro poeta pode dizer o que é o infinito desejo de não ser poeta, o que é o desejo de abandonar esta casa de espelhos, onde reina um silêncio ensurdecedor.
Exilado das regiões do sonho
Procuro abrigo na multidão
E quero em insultos
Transformar o meu canto
Exilado das regiões do sonho
Procuro abrigo na multidão
E quero em insultos
Transformar o meu canto
Milan Kundera citando Frantisek Halas, in "A Vida não é aqui"
domingo, 17 de maio de 2009
A Noite da Chalupa
Começamos hoje!
O TRIO VADIO apresenta...
Uma noite domingueira, cujo nome surgiu de um encontro de palavras equivocado entre a famosa cachupa de Cabo Verde e a imaginação naive de uma vadia que, ao sabor do acaso, navegou para outros significados.
Assim nasceu esta ideia, este espaço que se pretende que seja aberto à criação, à possibilidade de ir humanamente para além das formalidades conceituais esperadas (ai, que sono...) de uma tradicional noite de poesia.
E porque com a chalupa pensamos em comer (mesmo com a palavra do avesso) também haverá sempre uma delícia à fruição - feita pelos vadios, claro! Todos sabemos que o e espírito funciona melhor depois de satisfeitos os prazeres da carne...
1ª Sessão - Hoje, Domingo 17, no Gato Vadio, 22h
(Rua do Rosário, 281)
com o tema: O Sonho
textos de:
José Maria Vieira Mendes, Jean Genet, Anton Tchékhov, Eugene O'Neill,
Lucien, Lambert, Arthur Schnitzler, Allen Ginsberg, D.H. Lawrence, Emily Brontë, William Shakespeare, Fernando Pessoa, Vinicius de Morais, Milan Kundera,Teolinda Gersão
e vozes de: Artur Silva, Rita Figueiredo, Virgínia Silva
O TRIO VADIO apresenta...
Uma noite domingueira, cujo nome surgiu de um encontro de palavras equivocado entre a famosa cachupa de Cabo Verde e a imaginação naive de uma vadia que, ao sabor do acaso, navegou para outros significados.
Assim nasceu esta ideia, este espaço que se pretende que seja aberto à criação, à possibilidade de ir humanamente para além das formalidades conceituais esperadas (ai, que sono...) de uma tradicional noite de poesia.
E porque com a chalupa pensamos em comer (mesmo com a palavra do avesso) também haverá sempre uma delícia à fruição - feita pelos vadios, claro! Todos sabemos que o e espírito funciona melhor depois de satisfeitos os prazeres da carne...
1ª Sessão - Hoje, Domingo 17, no Gato Vadio, 22h
(Rua do Rosário, 281)
com o tema: O Sonho
textos de:
José Maria Vieira Mendes, Jean Genet, Anton Tchékhov, Eugene O'Neill,
Lucien, Lambert, Arthur Schnitzler, Allen Ginsberg, D.H. Lawrence, Emily Brontë, William Shakespeare, Fernando Pessoa, Vinicius de Morais, Milan Kundera,Teolinda Gersão
e vozes de: Artur Silva, Rita Figueiredo, Virgínia Silva
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Meu coração, não sei porquê...
O amor é uma festa. É uma celebração diária. É a fragilidade nua, o peito aberto. É o cafuné e o ninar com canções ao ouvido, mesmo com a voz de cana rachada. É o conforto do hábito e o bater do coração da surpresa. É perder-se e (re)encontrar-se, a pele e a alma do avesso.
As estrelas só brilham porque a noite é escura.
No meio destas reflexões, uma ambivalência cresce dentro de mim. E este belo chorinho, composto pelo grande músico Pixinguinha, traduz essa voz melhor do que eu.
As estrelas só brilham porque a noite é escura.
No meio destas reflexões, uma ambivalência cresce dentro de mim. E este belo chorinho, composto pelo grande músico Pixinguinha, traduz essa voz melhor do que eu.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
"Toca Klezmer, até as cordas dos violinos se partirem!"
Uma deliciosa mistura de sons judaicos e ciganos vinda dos esconderijos da alma, sabe-se lá de onde... Obrigada querida Marleen!
Ouçam os DIKANDA, a minha música preferida é Jakhana Jakhana! Para dançar até sentir tudo:
http://lebowski.hosted.pl/dikanda/english/mp3.htm
Ouçam os DIKANDA, a minha música preferida é Jakhana Jakhana! Para dançar até sentir tudo:
http://lebowski.hosted.pl/dikanda/english/mp3.htm
Inté sempre, companheiro!
Ausentei-me do mundo político-social por uns dias, vivendo apenas uma existência individual. Enquanto isso, este mundo despedia-se de Augusto Boal, fundador do Teatro do Oprimido. Um ser que admiro, fiel aos seus ideais até à hora em que, simplesmente, deixou de respirar...
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